De cabeça para baixo as ideias caem!

Postado em: 23 de janeiro de 2017

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Já ficou de cabeça para baixo?

Pendurado pelas pernas no parquinho ou no balanço de pneu?

Ou ainda, quem sabe plantando bananeira?

Não?

Então, por favor, caso você tenha passado dos 30 e não seja praticante de ioga, por gentileza, não queira testar como é ficar de cabeça para baixo no parquinho da praça, no balanço de pneu ou plantando bananeira na parede mais próxima.

Lamento, mas isso pode ser contraindicado.

Por isso, tenho outra sugestão de como ficar de cabeça para baixo de maneira mais segura: deite em sua cama de barriga para cima e deixe o pescoço pendurado.

Não vai ter a mesma emoção nem o frescor do parquinho, da bananeira, do pneu, mas vai, mesmo assim, estar de cabeça para baixo.

E, estando assim, de cabeça para baixo, as ideias caem.

Ninguém, de cabeça para baixo pensa da mesma maneira que pensaria se de cabeça no lugar estivesse.

A primeira coisa, o céu vira chão e a gente quer porque quer colocar-se ereto, pisar o azul, o teto.

E, quando se tem, como estrado para os pés, o céu, tudo que antes parecia ser impossível tornasse real e as possibilidades multiplicam-se!

É possível ver, por uma nova perspectiva, tudo em volta, todo o resto.

Imaginar novas possibilidades, crer ser possível o até então inconcebível.

De cabeça para baixo, as ideias caem, não no chão para serem varridas e descartadas. Elas caem de onde até então estiveram acomodadas, por vezes, esquecidas, empoeiradas.

Quando mudamos a cabeça de lugar, tudo que lá dentro estava ordenado e certo movimenta-se de um jeito diferente e passa a ocupar outro canto, novo espaço.

E, quando as ideias caem, as coisas acontecem.

De verdade que acontecem de um, dois, três, vários jeitos até então impossíveis.

E Você, que até antes de deitar-se assim, tinha as ideias na casinha, passa a enxergá-las soltas no céu, no ar, no mundo.

Mude hoje a posição do seu pescoço e se surpreenda com inúmeras possibilidades!

 

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