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Tem que ter coragem para sair da zona de conforto e seguir um sonho.

Não importa se é seu ou de alguém que você acredita trabalhar por um sonho é perseguir algo que ainda não existe de fato, apenas está no coração.

Antes de ir, larga-se tudo que se tem onde está e segue de mãos dadas com o desconhecido.

Investindo todos os recursos, empregando o melhor da sua força e seu vigor.

E depois que o tempo passa…

Com o passar do tempo, aquele que trabalhou de maneira árdua e eficaz pelo que tinha apenas fé e empenho, colhe os frutos até então também desconhecidos.

Frutos que sabia como era a cor e o sabor apenas em sonho.

Quando colhe descobre que na verdade, ao imaginar tudo aquilo, não tinha ideia era de nada!

Não sabia quantas e quantas noites passaria em claro, quantas lágrimas derramaria, quantos nãos seria obrigado a dizer, a ouvir.

Nem sonhava que investiria tudo que tinha e um pouco mais.

Como dizem por aí: Não sabia da missa a metade.

Correr atrás, realizar um sonho é muitíssimo mais difícil do que se pode imaginar.

Agora alcançar, realizar, ver o sonho com forma, cor e aroma fora do papel, isso sim é indescritível!

Ao tê-lo realizado, prontinho em suas mãos faz com que todas as agruras para alcança-lo sejam esquecidas de maneira instantânea, como em um passe de mágica!

Desejo a você sonhos, coragem para persegui-los e fôlego para desfrutá-los.

 

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Hoje eu acordei querendo brigar.

– Com quem?

Sei lá. Eu quero brigar.

– Por causa de quê?

Não sei. Eu quero brigar.

– Você vai sair à rua querendo brigar desse jeito?

É. Vou cuidar da minha vida normalmente, o primeiro que pisar no meu calo eu brigo.

– E vai de carro?

Claro!

– Vai para o trabalho?

Vou! Já disse que vou cuidar da minha vida normalmente.

– Então deixa eu ver se entendi: Você hoje acordou querendo brigar. Não sabe por quê, não sabe com quem, não sabe pra quê. A única certeza que tem é que quer brigar. Certo?

Certo?

– Compreendi.

O que você compreendeu? Será que vou ter que começar a brigar antes de sair de casa?

– Não! Claro que não!

Então eu vou embora. Tchau!

– Espere! Preciso me despedir de você.

Despedir de mim? Como assim?  Não vou viajar.

– Claro que não! Você não vai viajar, vai morrer!

Vou morrer?

– Você vai sair de casa com esse espírito guerreiro sem causa nem inimigo, querendo brigar com qualquer um que passar à sua frente e pior: vai dirigir nesse trânsito maluco! Mesmo assim acredita que vai terminar o dia viva?

O silêncio que havia terminado com o despertador volta instantaneamente.

Será?

– Certeza!

Melhor eu repensar minha vontade de brigar. Já pensou se eu encontro alguém armado com mais vontade que eu?

– Você morre.

E se eu achar para brigar alguém muito maior que eu?

– Você morre.

E se além de maior, armado e com mais vontade ainda for uma pessoa com mais raiva que eu? Tudo mais que eu?

– Eu já disse: você morre. Por isso estou me despedindo da sua pessoa.

Minha vontade de brigar passou. Vou tomar um banho gelado, dar uns gritos enquanto me lavo e ir para o trabalho, de metrô!

 

 

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Já sentiu saudade?

Saudade é uma doença que ataca quem é picado pelo Aesaudes.

É um bichinho miudinho, bem miudinho, que se multiplica em larga escala nos meses de novembro e dezembro.

Durante o restante do ano também é encontrado, porém em menor quantidade.

Ele chega assim, sem ser visto, como quem não quer nada e pica lá longe, em um cantinho esquecido que você só se lembra que tem quando ele dói, tipo lá perto do tornozelo.

Como sua picada é indolor e não causa vermelhidão, calombo ou febre a criatura nem fica sabendo que está infectada, a não ser quando os primeiros sintomas aparecem:

Você ouve uma música e lembra que um dia, lá longe escutou aquela mesma canção com alguém.

Vê a propaganda de um filme da Sessão da Tarde e se recorda que aquele filme assistiu no cinema com a mesma pessoa de quem se lembrou quando a música tocou.

Aí, no outro dia, sem ter nem pra quê, sente um perfume e de novo outra vez se lembra do ser agora distante.

Mas aí vem o golpe final: é quando você vai dormir sem nem lembrar que a tal pessoa existe e sonha com ela.

Putz!

Quando isso acontece é o fim, faz-se necessário tomar uma providência!

Corre atrás de descobrir o número do telefone, pois esse sintoma já é de quem encontra-se em estágio terminal de saudade.

Você acha o número entra em contato com o motivo da sua doença.

Aproveita o ensejo e chama também a galera que andava junto com vocês.

Marcam de sair.

Quando se encontram são mil e um beijos trocados, abraços apertados.

E conversa vai, conversa vem, conversa para.

Em dado momento você se vê mexendo no telefone e quando se dá conta do fato, envergonhado, levanta a cabeça para descobrir que todos, assim como a sua pessoa, estão com a cara enfiada no telefone.

O que é isso, meu Pai do céu?

Tanto tempo sem ver o povo e agora que enfim se reúnem só temos corpos presentes?

Cadê a atenção?

Onde foi parar o coração?

Será que dez minutos é tempo suficiente para curar a doença?

Ninguém consegue ficar realmente onde está?

Você dá um grito, joga seu telefone no centro da mesa e decreta:

“Joguem todos seus telefones aqui. Agora!”

Incrivelmente todos obedecem.

Você, turbinado com sua água com gás continua:

“O primeiro a tocar em um telefone essa noite, paga a conta.”

Ruidosamente todos concordam e trazem o coração para junto do corpo.

Por conta disso, passam horas felizes de conversa real, olho no olho. Curtindo de verdade e vivendo de maneira plena aquele momento.

E assim, recarregados, todos são capazes de viver mais uma temporada, até o próximo ataque de Aesaudes.

 

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Eu sou empolgada, faço festa, escândalo e comemoro freneticamente acontecimentos que para qualquer outra pessoa podem ser banais.

Aí acredito, insistentemente que todo mundo deve ser assim.

“Criatura, cada um é cada um.”

Eu sei!

Eu sei que somos todos diferentes e como diz minha sábia mãe:  “Devemos aceitar as pessoas como elas são.”

Estou tentando, juro que estou tentando.

Mas é difícil.

Uma vez passei com um amigo por uma banca de jornal e ele disse assim:

“Quer fazer um homem feliz? Dê a ele esses CDs.”

Eu, com meus botões frenéticos pensei:

Achei o presente de aniversário do moço!

Fui lá, comprei o mimo, junto com um cartão e toda pimpona:

– Feliz aniversário!

Ele olhou como quem acaba de se deparar com a mochila que usa a mais de cinco anos e disse:

– Obrigado.

Abriu o pacote, leu o cartão e começou a contar uma história sobre sua última viagem.

E eu?

Bem, eu fiquei olhando pra ele, tão decepcionada que dava pena.

Ainda esperei por alguns instantes que ele falasse alguma coisa.

Nada.

Esperei por alguns dias que, após ouvir as canções, ele me contasse o que achou.

Nada.

O tempo passou, mas dessa vez não foi remédio para me fazer esquecer.

Tanto que estou te contando isso hoje.

E olha que até o milênio mudou.

Mas eu ainda não.

Fico sempre esperando que a pessoa faça o escândalo que eu faria.

E aí: cara de tacho pra mim.

Mas ao menos uma coisa eu aprendi:

Quando me decepciono com a reação do outro eu conto pra ele.

Aí a situação fica pior.

Ou seja, não aprendi foi nada.

Sendo assim:

Ainda temos um longo, longo caminho para combater decepções desnecessárias.

 

 

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Já teve a impressão que existe manual para tudo?

Todas as coisas que a gente vai fazer parece que têm  uma forma na qual somos impelidos a nos encaixar, perfeitamente.

Olhe só a comida que você alegremente saboreou nas festas dos últimos dias.

Por acaso, assim, por puro acaso, não foi o mesmo cardápio do ano passado, que foi o mesmo do ano atrasado?

Esse cardápio, deliciosamente gessado, está no manual dos cardápios das festas de fim de ano.

Quando Papai Noel chega, espalha vermelho e verde para todos os lados.

E, aí, caso você tenha passado o ano meio sonolento e abra os olhos sem ouvir, apenas sentindo o cheiro e vendo as cores, saberá identificar o que se comemora naquele dia.

A semana passa e as cores somem.

Vem o branco como uma onda, cobrindo a todos.

E começa o ano como terminou tantos outros: seguindo a cartilha da tradição, a do “todo mundo faz assim.”

E lá vai você pela nova temporada, comendo o que todos comem em determinados dias do ano, vestindo o que todo mundo veste, fazendo, pensando e querendo o que todo mundo come, faz e pensa.

E se usar branco no último dia do ano foi a última coisa que sua pessoa fez igual a todo
mundo?

Que tal aproveitar que estamos no começo de tudo novo de novo, que tal inovar?

Começar a partir de agora a fazer diferente, fazer do seu jeito?

E se, a partir de já, você seguisse apenas a tradição do seu coração? A cartilha que faz o seu tum-tum acelerar?

Caso queira elaborar, a partir de hoje, o seu jeito de viver as coisas, desejo que tenha sabedoria, criatividade e coerência.

Assim, fica mais bonito ser diferente e deixar de fazer porque todo mundo faz.

Feliz tradição nova pra você!

 

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Quando 2016 começou,  eu queria fazer algumas coisas, dentre elas, escrever três textos por semana, fazer abdominais todos os dias  e não dormir sem tomar banho.

É, eu precisava fazer da escrita continuada um hábito.

Queria ter uma barriga trabalhada, como aquelas que a gente vê na televisão.

E, sim, precisava abandonar o terrível hábito de chegar à casa e ficar enrolando e depois me jogar na cama com a roupa do dia.

Ocorreram algumas conquistas nas três áreas.

Bem, os textos.

Menino do céu, você não tem ideia do quanto foi complicado!

Algumas vezes, aliás, muitas vezes, quando me sentava aqui para escrever, já passava do meio da noite.

E era uma luta.

Eu dormia enquanto digitava.

Outras vezes, tinha que deitar ali no tapete, dormir um sono com a luz na cara para depois continuar.

Em alguns dias, a inspiração era zero e eu pensava: por que mesmo inventei de escrever?

Mas, quando o desanimo vinha, eu pensava: em algum lugar, alguém espera pelo meu texto amanhã cedo.

Não! Nunca ninguém me falou isso.

Talvez não exista um alguém, mas confesso que esse “amigo imaginário” me ajudou a continuar.

Por isso, foram três por semana sim!

As abdominais fizeram parte da minha rotina por alguns meses, poucos confesso, e foram delicadamente abandonadas e colocadas no esquecimento.

Quanto a não dormir sem tomar banho , bem, eu me comportei.

É certo que, ao menos umas 5 vezes, não fiz o que devia.

Quanto aos textos…

Então, agora, que um deu certo, um meio certo e o outro, coitado, errado inteiro, é hora de recomeçar!

Daqui a pouco, bem pouco, começa mais um ciclo onde terei a chance de novos textos, outras abdominais, novas noites perfumadas.

Um novo ciclo, um novo ano, são tantas chances que faz o olho brilhar só em pensar.

Por isso, como quero para mim, desejo a você, nesse novo, tudo novo, novos propósitos, velhos sonhos de roupa nova, mas, principalmente, novas atitudes.

Seja você novo nesse ano que está chegando, novo e na melhor versão!

Feliz última sexta-feira de 2016.

 

 

 

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E, aí, acontece o inesperado e a Criatura, obviamente, fica das mais arrasadas.

Como pôde?

Como foi acontecer?

E, com o passar das horas e o aumento do desgosto, é preciso desabafar.

Aí quem está perto ouve o lamento, tenta consolar e começa sem nem mesmo pensar:

Blá, blá, blá.

Mas e quando a Pessoa não nasceu para desempenhar tal missão?

A Pessoa fica sem jeito com o sofrimento alheio, solidariza-se e tudo, mas, na hora que abre a boca pra consolar, não sai nada efetivamente proveitoso:

“É assim mesmo. Daqui a pouco passa.”

Como assim, minha gente, “é assim mesmo?”

“Daqui a pouco?”

“Quando?”

O lamento continua e, quanto mais a pessoa solidária fala, pior a situação fica.

Até que a sofredora se revolta e decreta:

“Eu só preciso falar, não tente me consolar!”

Sendo assim, aquele que não estava mesmo dando conta do recado, fica mudo o coitado, calado, calado.

E o lamento continua, agora sendo observado pelo olhar de quem não tem a habilidade do consolo, mas acaba de descobrir que sabe sim ouvir:

Hum-hum, hum-hum.

Depois de chorar, espernear, lamentar e ouvir inúmeros hum-hum, eis o desfecho:

“Acho que estou fazendo tempestade em um copo d’agua. Nem é tudo isso. Obrigada, por toda ajuda.”

Quem caíra de gaiato em meio àquela confusão, falara tudo que achava conveniente e certo até receber ordem de não mais opinar se assustou e deu um jeito de ir embora:

“Eu hein! Enquanto jurava que estava ajudando atrapalhava, quando pensei que não estava fazendo nada, estava ajudando. Nunca vou entender a humanidade!”

Feliz última semana de 2016.

 

 

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O desdenhador

E, aí, como foi o Natal?

Comeu mais do que devia?

Fala sério.

Estamos só nós dois aqui, eu a não sei a quantos quilômetros de você , então, nem vou ouvir caso confesse.

E como foram seus encontros?

Por favor, não me diga que você tratou com desdém o sonho e o trabalho daquela sua prima que não via há anos!

Que a Moça, depois de tanto tempo cuidando da própria vida, resolve passar o Natal com a família e teve em você um desdenhador profissional?

Diz pra mim, por misericórdia, que isso não aconteceu.

Ela passou um longo tempo fora.

Mudou-se de cidade, de país, de continente, nos primeiros dias de um ano novo.

Foi construir seu sonho.

Era para morar lá 365 dias.

Um pouco mais, um pouco menos talvez.

As coisas correram muito melhor que o previsto e os 12 meses transformaram-se em 24, 36, 48.

E Ela voltou.

Cheia de saudades da família, dos amigos.

Veio passar as festas na casa da mãe, curtir o verão na terra do sol.

Entre um reencontro e outro fazia algumas tarefas, adiantava algumas coisas para os próximos 365 dias.

Em um belo dia, estava em casa trabalhando quando o Garoto chegou.

Não se viam há muito mais de 48 meses. Afinal, eles nunca foram assim tão amigos .

Chegou sem avisar e foi indo casa a dentro.

“Oi, Moça. Quanto tempo! Como vai você?”

Ela que estava concentrada em seu trabalho levantou os olhos e ainda levou alguns segundos para reconhecê-lo.

Depois de que a “ficha caiu” foi cumprir o protocolo:

– Oi, Garoto! Como vai você?

“Estou ótimo! Aliás, nunca estive tão bem. E você? O que fez todos esses anos longe de casa.”

A Moça, assim como você, sabe muito bem a diferença que há entre a pergunta carinhosa de alguém que quer o seu bem, da pergunta curiosa, daquele que só quer especular pra ter assunto na próxima vez que se sentar em uma mesa de bar.

O Garoto fazia parte do segundo grupo.

Aliás, sempre fez.

Tendo em vista essa perspectiva, a Moça respondeu rapidamente sobre suas atividades lá no outro continente.

E ele, que viera sem ser convidado, ao terminar de ouvir, deu um longo e demorado suspiro, olhou nos olhos de sua interlocutora e soltou:

“É isso que você faz? Muda para o outro lado do mundo, fica longe da família, gasta tanto pra fazer só isso? Por que não falou comigo? Eu te arrumava emprego em cinco minutos pra fazer as mesmas coisas sem ter que mudar nem de quarto.”

Ao notar o olhar de admiração da Moça, ele olhou seu relógio e completou:

“E pensar que sua mãe vive chorando de saudades e que eu perdi meu tempo vindo aqui conversar com você. Que triste.”

Virou as costas e saiu.

A Moça ficou parada, perplexa, sem entender muito bem tudo que acabara de ouvir.

Assustada com a própria falta de ação e com o excesso de ação do Garoto.

Foi isso que te perguntei lá em cima: nesse Natal você não foi um desdenhador de sonhos nem trabalho alheio, né?

Melhor ainda: nesse Natal, onde todos que não se viam há muito tempo se encontraram, você não fez isso, nem deixou que fizessem o mesmo com o seu trabalho, seus sonhos, certo?

No dia 31.12, a reunião se repete.

Se não com o mesmo grupo, com um grupo novo.

Então fique atento: não faça pouco dos sonhos nem do trabalho de ninguém.

E fique esperto: não deixe que desdenhem de nada que for seu.

Feliz última semana de 2016!

 

 

 

 

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Já é Natal!

De novo?

Passou tão rápido que nem vi direito.

Mas também, nem sei por que me admiro tanto.

Depois do último Natal, quando ainda estava me acostumando a escrever 2016, eis que surgiu o carnaval com todo seu barulho e reboliço.

E lá fomos nós!

A balança não havia me deixado esquecer as calorias, tão fervorosamente adquiridas no Natal, quando a Páscoa se apresentou com suas delícias em forma de chocolate.

E o ano ainda estava no começo, ao menos pra mim, quando chegou o dia das mães.

Todas essas datas, gastronomicamente interessantes, sempre, é claro, intercaladas com aniversários, pequenos encontros, saidinhas esporádicas.

E…

Enquanto o ano segue aqui no texto, me dou conta de o quanto falo de comida!

Misericórdia!

Voltemos aos fatos:

Acabou maio e chegou o dia dos namorados.

Esse ano tive um grande e belo motivo para comemorar.

Aí, depois vieram as férias do povo miúdo e fomos “obrigados” a viver uma rotina mais leve e doce.

Com agosto, o dia dos pais, até que as crianças ganharam voz mais uma vez.

E, depois que passou o dia 12 de outubro, aí, meu amigo, não há para onde correr: chegou o Natal!

E, agora, reparando aqui, nem sei por que tanta admiração com a chegada do Natal 2016. Vivi todas essas datas, todo mundo aqui em casa fez aniversário e ainda tiveram as outras festividades aqui não citadas.

Agora, vou parar de me admirar com a passagem do tempo e a chegada do Natal assim tão repentina.

Vou é me deslumbrar com cada amanhecer e me encantar com o pôr do sol que acontece ao fim de cada dia.

Afinal, o pôr do sol é o presente diário para comemorar o fim de cada ciclo, o menor deles.

Pronto!

A admiração, agora, será diária.

O susto será ao fim de cada mês e a felicidade, de agora até todos os outros Natais que virão!

Feliz última quinzena de 2016.

 

 

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Você costuma fazer anotações com propósitos e metas de ano novo?

Fez algumas no final de 2015?

Que tal revê-las?

Eu não sou de anotar os meus.

Acovardo-me sempre quando vai chegando a hora limite.

Acaba que, com a correria, eu deixo de lado.

No fim de cada ano, confesso, pouca coisa mudou de fato.

Mas no final do ano passado foi diferente: escrevi algumas metas: voltar a escrever foi uma delas.

Confesso que ajunto letrinhas há muito tempo.

Há muitos anos escrevo um dia, dois, três no máximo, e abandono a prática, o blog, tudo.

Mas, no final de 2015, resolvi que, no próximo ano, publicaria textos três vezes na semana: segunda, quarta e sexta.

Tive que tomar algumas providências, planejar-me para conseguir fazer isso.

Uma delas, de extrema importância, foi estabelecer o assunto de cada texto com antecedência.

Muita antecedência.

Engraçado que, apesar de toda a dificuldade de ter três ideias a cada semana e manter a regularidade, eu não tive real vontade de desistir.

Alguns dias são mais difíceis que os outros: sono, preguiça, falta de inspiração…

Mas continuei.

Estou feliz, muito feliz por não ter abandonado, por ter continuado, mantido o ritmo.

Quem dera tivesse sido assim com todos os itens.

Alguns eu comecei e abandonei como editar vídeos, por exemplo.

Imagino que com você não tenha sido diferente.

Por isso convido você hoje a olhar para trás, agradecer pelo que conseguiu:

“Obrigada, Senhor, por estar escrevendo, hoje, o 153º texto desta primeira temporada.”

E também olhar nos olhos daquilo que não se moveu:

“É verdade, ainda não edito vídeos. Mas sei que, se me dedicar, poderei, ao final de  2017, agradecer pelos que houver editado.”

Acredito sinceramente, quê observando, as duas pontas, dá pra ter alegria e gás para terminar  esses 365 e começar a próxima sequência.

Avalie aí, acredito que essa fórmula, a qual acabei de inventar, tem grande chance de dar certo.

Feliz última quinzena de 2016.

 


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